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O conhecimento financeiro permite gerir melhor as finanças

Os erros na gestão das finanças pessoais podem ser cometidos por muitas razões, a principal, é a falta de conhecimento financeiro.

Evite erros que podem condicionar as suas finanças pessoais

Por vezes, conscientemente, existe o conhecimento do que é negativo para as finanças pessoais. No entanto, é normal cometer erros porque não se analisou bem a situação ou pensou que o impacto nas finanças não ia ser grande. Manter-se informado e consciente das suas finanças pessoais, será enriquecedor para a sua saúde financeira.

Os 5 erros na gestão das finanças pessoais

Distancie-se destes erros para evitar dívidas em excesso, entre outras situações que não contribuem para uma vida financeira saudável. Conheça os 5 erros a evitar.

1 - Falta de planeamento

A preguiça, por vezes, vence mais do que se pensa. O “fazer depois” ou o “deixar para amanhã” é muito perigoso, porque, na realidade, não se faz e cai no esquecimento. O esperar, observar ou analisar uma situação, também, leva a perder oportunidades e, muitas vezes, pode deixar uma pessoa numa situação complicada.

Os últimos tempos são testemunhas disso, com a inflação, por exemplo. Muitas famílias encontram-se com problemas financeiros. A isto, juntam-se o crédito habitação, as contas da eletricidade e do gás, entre outras. Poucas pessoas estavam preparadas para fazer face a uma nova crise.

A falta de planeamento financeiro faz com que isto aconteça. É muito importante planear e ter uma visão do futuro. Antecipar situações, renegociar contratos e ter um fundo de emergência são essenciais. Planeie as suas finanças pessoais, poupe, contrate seguros. Não deixar nada para a última, é uma prioridade.

2 - Endividamento

O endividamento começa quando gasta mais do que tem. Contrair muitas dívidas e, quando se apercebe, já existem várias prestações e não consegue poupar. Com poupança, fica-se mais preparado para imprevistos. O fundo de emergência pode ajudar em momentos como o desemprego, divórcio, problema de saúde, uma manutenção ao carro ou à casa, entre outros.

A UniPeople Soluções Financeiras, parceira da Dona Poupança, tem uma cliente, a Ana Teresa, com 48 anos, que se divorciou em 2018. Perante a nova situação familiar, para pagar as despesas, endividou-se. É técnica superior na função pública, tem um vencimento líquido mensal 1025€, tem 1 dependente e recebe uma pensão de alimentos de 140€. Vive em habitação de familiares.

As dívidas da Ana Teresa

Tipo de dividaValor total em dívida
Crédito Pessoal4957€
Cartão de Crédito952€
Crédito Pessoal3817€
Crédito Pessoal1947€
Crédito Pessoal918€
Cartão de Crédito6030€
Total18.894€

Com a situação, a Ana Teresa, já não ia conseguir pagar as prestações de cada dívida. Todos os meses estava a pagar um total 697€. Começou a alterar os hábitos e a viver com pouco. Tudo o que ganhava, mais de metade do salário, ia para as dívidas.

As prestações da Ana Teresa

Tipo de dívidaPrestação
Crédito Pessoal188€
Cartão de Crédito45€
Crédito Pessoal91€
Crédito Pessoal50€
Crédito Pessoal25€
Cartão de Crédito298€
Total697€

Um especialista financeiro da UniPeople, aconselhou a Ana Teresa a fazer um crédito consolidado. Esta solução permite juntar todos os créditos e ficar apenas com uma prestação, uma taxa de juro e um prazo de pagamento.

Com a consolidação de créditos, a Ana Teresa conseguiu ficar a pagar apenas uma prestação de 276,14€ a 120 meses. O que lhe permitirá poupar 421€ por mês e isto resulta numa poupança anual de 5021€.

Na gestão das finanças pessoais, é importante fazer boas escolhas e aprender com os erros. Se necessário, procurar a ajuda de especialistas pode ser importante, porque é possível que existam soluções que podem melhorar a situação. Se tem muitos créditos e deseja uma poupança mensal, faça uma simulação gratuita e sem compromisso.

3 - Não ter seguros

Não é por ter seguros que não poupa, é por ter seguros que poupa. Os seguros funcionam como o seu fundo de emergência. Quando precisa, durante um imprevisto, é o seguro que vai proteger. Provavelmente, muitas dívidas são originadas por despesas médicas.

Quando não tem um seguro de saúde ou um plano de saúde e precisa urgentemente do dinheiro, talvez a opção mais rápida seja fazer um crédito pessoal. Por outro lado, é importante saber que só uma pessoa com trabalho efetivo é que pode pedir este crédito. Se tiver um trabalho temporário, não é possível. Contratar seguros não é um gasto, é uma estratégia para a gestão das suas finanças pessoais e para a sua proteção.

4 - Reforma

É essencial começar a planear a reforma assim que começa a trabalhar. Não se preparar para a reforma é um dos grandes erros na gestão das finanças pessoais. Com a população a envelhecer, o mercado de trabalho enfrenta determinados problemas.

A idade de reforma tem aumentado, porque a geração mais nova não encontra trabalho. Vive de empregos temporários e precários. E, cada vez mais, há poucos nascimentos. Por isso, a segurança social, não conseguirá pagar reformas ao mesmo nível do salário. A solução é a previdência privada.

5 - Cartão de crédito

Quando utiliza o cartão de crédito em todas as suas compras e não o controla com um orçamento, pode ultrapassar o limite. As dívidas com o cartão de crédito têm taxas de juro elevadas. Antes de utilizar um cartão de crédito, pondere se é mesmo necessário e se há outra solução.

Procure gerir as suas finanças pessoais com atenção e cuidado, evitando os erros referidos acima. É normal errar, até porque a falha é uma oportunidade para aprender. No entanto, tenha consciência dos gastos impulsivos, da utilização indevida do cartão de crédito, o endividamento, entre outros. Pense no seu futuro e planeie a sua vida financeira.

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